Dia de festa para um dos grandes nomes da história do Friburguense. Cadão completa 55 anos nesta quinta-feira (1º) e recebeu uma homenagem do clube nas redes sociais.

O Friburguense publicou uma mensagem parabenizando o ex-zagueiro e destacando a identificação construída ao longo de sua trajetória com o Tricolor da Serra.
Na homenagem, o Frizão relembrou um dos números mais expressivos da carreira de Cadão: 398 jogos defendendo a camisa do Friburguense.
Uma história construída no Frizão
Cadão, nome pelo qual ficou conhecido Ricardo Jerônimo, começou a trajetória no futebol nas categorias de base do Entrerriense. Ainda jovem, chegou ao futebol profissional e atuou como zagueiro.
Foi no Friburguense, porém, que seu nome ganhou uma dimensão especial.
O zagueiro passou a ser um dos principais símbolos da identificação entre jogador, clube e torcida. Sua longa permanência fez com que Cadão se tornasse uma das figuras mais reconhecidas da história recente do Frizão.
Os 398 jogos pelo clube colocam Cadão entre os jogadores que mais vezes vestiram a camisa do Friburguense. O número só fica atrás dos 420 jogos de Sérgio Gomes, segundo registros sobre a história do clube.
A longevidade de Cadão também marcou época no Campeonato Carioca. Ele, Ziquinha e Sérgio Gomes eram lembrados pela longa trajetória juntos defendendo o Friburguense, uma situação que ajudou a transformar os três em personagens muito identificados com o clube.
Da camisa 3 à comissão técnica
Depois de construir sua história dentro de campo, Cadão também passou a atuar à beira do gramado.
Em 2019, Cadão liderou a comissão técnica do Friburguense na campanha que consagrou o clube campeão da Série B1 do Campeonato Carioca.
A relação com o clube, portanto, ultrapassou os anos como jogador.
Agora, aos 55 anos, Cadão recebe mais uma homenagem do Friburguense, que fez questão de destacar não apenas seus números, mas principalmente a “identificação, respeito e amor pelo clube”.
Uma história que ajudou a transformar o camisa 3 em um dos grandes ídolos do Frizão.
Parabéns, Cadão!
